quinta-feira, 19 de abril de 2012

Por favor, diminua o uso de plástico


“Quando eu não tenho dinheiro para pagar sacolinhas no mercado, eu pego várias da parte das verduras”. “E assim caminha a humanidade”, já dizia Lulu Santos “com passo de formiga e sem vontade”.

Fico tão revoltada quando as pessoas querem ser malandras. Por que é só nisso que penso ao escutar esse tipo de coisas – eu driblo o sistema, eu dou uns pulos, tenho meus jeitos. Caramba! Você conhece sacola retornável? Você já parou pra pensar que às vezes suas compras cabem na sua mochila

Quanto plástico!
Mas o meu pedido vai além de apenas sacolinhas de plástico, que em São Paulo estão oficialmente sendo cobradas nos mercados. Pare e pense em tudo que você utiliza no seu dia a dia... Exemplos: canudo de plástico, copo descartável, guardanapo embrulhado em plástico... Tudo é de plástico!

Então é compreensível o desconforto de quem não vai poder usar sacolinhas no mercado, sem consciência, simplesmente por que é lei. Se tudo é plástico, saco de arroz, de feijão, de macarrão, de frutas e verduras... Só as sacolinhas não são mais grátis?
Acredito que essa lei é muito boa para gerar esse tipo de conversa. Não seja uma pessoa revoltada e não fique procurando maneiras de driblar a lei, de se fazer de malandro. Tenha consciência que todos os tipos de plástico fazem mal para o meio ambiente e a cada plástico recusado, é uma boa ideia.
Marketing Ambiental:
mais bonito seria incentivar a reutilização

Eu, particularmente, acredito mais na reutilização do que na reciclagem. Aquela nova garrafinha da Crystal é, na minha opinião, falha. Não incentiva a reutilização, mas que joguem no lixo. E cá entre nós, quantas pessoas vão amassar e jogar em lugares específicos para reciclagem?



Alternativa para copo descartável
Eu gostaria de pedir um gesto simples, mas que só vai conseguir ser efetivado no caso de conscientização: recuse plásticos desnecessários. Será que você precisa usar um copo descartável cada vez que vai beber água? Será que você precisa de um copinho a cada vez que vai beber café no seu trabalho? Não pode levar sua xícara e usá-la toda vez que vai tomar? Será que você precisa tomar sua água ou suco no canudo? Você precisa jogar fora as coisas “descartáveis” apenas por que alguém colocou esse nome?


Por favor, diminua o uso de plástico com pequenos gestos diários.









Final Feliz: Realização de um Sonho

Rio de Janeiro: Cristo cuidando da cidade maravilhosa
Ana passava todo dia pelo mesmo lugar, até que começou a reparar em um homem sentado em um papelão, todos os dias, à noite. Ele parecia um pouco doente, fraco e triste. A primeira vez que conseguiu ajuda-lo, foi para dar alguma coisa que tinha comprado no mercado, ele sorriu, ela sentiu pena, ao chegar em casa começou a chorar.

A imagem que teve foi de um homem fraco e vulnerável...

Ele sempre estava no mesmo lugar, esperando que as mesmas pessoas pudessem ajudá-lo. Um dia ela foi lá com a intenção de conversar com ele. Logo resolveu sentar ao lado dele. Ele ficou muito animado, disse que estava sujo, mas mesmo assim cedeu o pedaço de seu papelão para acomodá-la.

Conversaram por mais de uma hora, foram algumas vezes interrompidos por alguém que dizia e perguntava coisas como “olha o que trouxe pra você”, “você está com fome?” e até um homem que disse, “namorar é bom, né?!”, ela achou graça.

Duas coisas chamaram atenção de Ana: A tristeza que ele tinha em ainda estar vivo “todo dia de manhã acordo e penso, ‘porque não morri?’”. Ele dizia que sua única expectativa era que Deus mandasse logo uma corda para ele se enforcar, porque ele mesmo não podia fazer isso, “é pecado”, completou.

A segunda coisa que lhe chamou atenção foi quando perguntou que se ele pudesse fazer um pedido, o que pediria. Ele disse que voltaria a morar no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro? “É,” ele disse a ela, “já morei lá 7 anos. Não sei porque voltei. Foi o maior erro que cometi”, ela ficou pensando, pensando, e disse: “brother, você quer ir pro Rio, vou te levar pro Rio.”

Continuaram se vendo, sempre dizia que iria ver a passagem o mais rápido possível, mas ele estava desacreditado. Um mês depois do primeiro contato – e ela se arrepende por não ter feito isso antes – fez um gesto. Entrou na internet e comprou uma passagem de ônibus para a capital fluminense, como prometido.
Foram juntos até a rodoviária e conversaram muito sobre ele, a vida, o que ele esperava. Três semanas depois, quando ela menos esperava, recebeu uma mensagem de voz no meu celular. Era ele, o rapaz que tinha ajudado. Em um pulo, levantou do sofá e continuou ouvindo a mensagem: “estou muito feliz por estar aqui no Rio de Janeiro, muito obrigado, Ana, que Deus esteja sempre com você... E continue sendo assim”.

Não dá para saber o quanto Ana mudou a vida de uma pessoa fazendo um gesto... Mas ela sabe que algo mudou nele.

Um gesto era tudo que ele precisava.
E você o que está esperando para fazer um gesto? Alguém pedir?

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Peça Um Gesto, Por Favor.

O Metrô de São Paulo tem uma campanha que eu gosto muito, sobre gestos. Somos milhões de pessoas, se cada um fizer um gesto, serão milhões de gestos. Além disso, somos milhões querendo agir de alguma maneira. Este blog foi feito para pedir, sim, por que não? Afinal, ainda não inventaram uma bola de cristal. Há muito gesto há fazer, então, Peça um Gesto, por favor.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Apresentação

Por que este projeto? Ficar à direita na escada rolante, dar um bom dia sincero, oferecer seu lugar para alguém no ônibus, deixar o pedestre passar... Pequenos gestos podem fazer as pessoas mais felizes... E o mundo está precisando de felicidade, além de outras coisas.

A motivação é a carência e a necessidade; o caminho é pedir; o objetivo final é conscientizar que a mudança pode começar pequenos, médios, grandes... Gestos.

Como você vai participar? Só lendo? Não! Quem vai pedir o gesto é você. Peça seu gesto no Formulário de Colaboração, conte a sua história e... Aguarde... Em alguns dias ele estará postado aqui, na íntegra*. E você pode participar divulgando, claro!


*desde que respeitar as 'Regras de Colaboração"